Uma das principais potências econômicas da Europa e do mundo, a Alemanha voltou a ser um só país sob o nome de República Federal da Alemanha (Bundesrepublik Deutschland) em outubro de 1990, deixando de existir a divisão resultante do final da Segunda Guerra Mundial. A reunificação foi catalizada pela própria população das antigas Alemanha Oriental e Ocidental, que a pôs em prática a partir de novembro de 1989, com a queda do Muro de Berlim e das barreiras policiais que separavam os dois países.
A queda do Muro apanhou desprevenidas as principais potências mundiais e as autoridades alemãs de ambos os lados, que se declararam favoráveis à manutenção da antiga divisão. Em 1999, a cidade de Berlim voltou a sediar o governo alemão, chefiado por Gerard Schroeder.
A população do país é de cerca de 160 milhões de habitantes (censo de 2000) e se divide em dois grupos de raça caucásica: o alpino e o teutônico. A capital Berlim tem cerca de 3,5 milhões de habitantes. Outras cidades de destaque são Bonn, Hamburgo, Munique, Colônia, Frankfurt, Mainz e Essen.
Cerca de 45% dos alemães são protestantes, 40% são católicos e 2% muçulmanos. Perto de 30 mil judeus vivem na Alemanha. O governo é baseado em uma Lei Fundamental promulgada em 1949 para a antiga RFA (Alemanha Ocidental), emendada em várias ocasiões.
Economia
Apesar da grande destruição sofrida durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha ressurgiu como grande potencial na década de 1960. A reunificação representou um custo elevado para a antiga Alemanha Ocidental, que teve de arcar com investimentos na melhoria da infra-estrutura, na proteção do meio ambiente e no desenvolvimento da indústria da parte oriental. A Alemanha reunificada continua sendo uma das principais economias mundiais. Entre as maiores empresas privadas multinacionais de origem alemã estão a Mercedes-Benz, a Volkswagen e o BMW, na indústria automobilística; a Siemens, na indústria eletrônica; a BASF, a Clariant e a Bayer, na indústria química.
