Curso Profissionalizante
Curso de
Gestão com Habilitação Profissional Técnica
de Nível Médio em Comércio Exterior.
A intensificação do processo de globalização potencializou a competitividade no mercado de trabalho. Por outro lado, trouxe também inúmeras oportunidades em diversas áreas. Nesse contexto, o comércio exterior passa a ter um destaque especial, tornando-se carreira promissora, além de atividade de extrema importância para o país.
Domínio de idiomas, visão interdisciplinar, estratégica e empreendedora são imperativos ao perfil do profissional de comércio exterior. Por isso o Colégio organizou o Curso de Gestão em Comércio Exterior com uma estrutura curricular adequada ao desenvolvimento de competências gerais e habilidades específicas nos alunos. Além das disciplinas acadêmicas do Ensino Médio, caracterizam o curso as disciplinas profissionalizantes:
No decorrer do curso, a teoria será aliada à prática em atividades diversificadas das quais fazem parte o programa de visitas técnicas monitoradas, palestras, estágio supervisionado e a realização de TCC – Trabalho de Conclusão do Curso, orientado para a viabilidade de projetos de exportação.
Ao término do curso, serão conferidos ao aluno o certificado de conclusão do Ensino Médio e a habilitação profissionalizante de técnico em comércio exterior.
O curso é ministrado:
| Unidade II - Valinhos | Unidade III - Panamby |
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| desde 1998 | desde 1999 |
Depoimentos de Ex-Alunos do Curso de Comércio Exterior da Unidade II / Valinhos
Eu acredito que o Curso de Comércio Exterior dispõe
de professores com vasta experiência em áreas importantes
do mercado. Não se aprende somente a teoria, muitas dúvidas
sobre a futura atuação do aluno são tiradas, ajudando-o
assim a escolher melhor seu rumo após o término do curso.
Também considero muito importante o estágio obrigatório
durante o curso. Tenho certeza que o estágio em grandes empresas
fornece ao aluno uma visão prática de seus estudos, dando
a ele a exata noção de como é trabalhar nessa área.
Em um mercado de trabalho que cada vez exige mais de seus profissionais,
o curso de comércio exterior dá aos seus alunos uma maturidade
precoce e um importante diferencial.
Pedro Meduna (concluinte de 2001, cursando Administração
de Empresas na FGV)
Na realidade competitiva do atual contexto econômico, a experiência
no mercado de trabalho, sem dúvida, representa um diferencial
para o jovem.
Por isso, fiz a escolha pelo Curso de Comércio Exterior, no qual
pude ter contato com a conjuntura de negócios, analisar situações
geopolíticas e aprender mais sobre a posição de
nosso país na economia mundial. As noções técnicas
aprendidas possibilitam formar massa crítica capaz de dar embasamento
a argumentos mais estruturados.
O Estágio possibilitou a experiência de conviver dentro
de um ambiente organizacional, dando a oportunidade de analisar o que
é a realidade de trabalho. Tudo isso contribuiu de forma decisiva
na minha escolha profissional futura, de formação superior.
Hoje, cursando o segundo semestre do Curso de Administração
de Empresas, percebo que, devido às noções atribuídas
nessa decisão pelo Curso Técnico em Comércio Exterior,
estou muito mais preparada e amadurecida, ajudando a fortalecer ainda
mais minha vida acadêmica e profissional.
Leila Rodrigues Penteado (concluinte de 2002, cursando Administração
de Empresas na FGV).
A escolha pelo curso de Gestão em Comércio Exterior
foi sem dúvida uma aposta acertada para o futuro. Embora soubesse
do risco de cursar um currículo novo, no qual a carga de aulas
poderia atrapalhar o preparo para o vestibular, a possibilidade de,
no ensino médio, poder estudar matérias profissionalizantes
e que fazem parte da grade do ensino superior, fez com que eu investisse
nesse curso. Hoje, posso certamente dizer que fiz uma escolha feliz
e que me beneficio do conteúdo obtido tanto no Porto Seguro quanto
no estágio. No Ibmec matérias como Microeconomia, Macroeconomia,
Estatística, Teorias e Fundamentos da Administração
e Contabilidade Financeira são mais facilmente compreendidas,
pois já foram ministradas pelo colégio, mostrando o diferencial
do Curso de Gestão em Comercio Exterior.
Leonardo José Caetano (concluinte de 2002, cursando Administração
de Empresas no Ibmec).
Depoimento sobre o curso de Comércio Exterior da Unidade III
A escolha do Ensino Médio diferenciado em si já é
um ponto de partida muito importante. É necessário ter
maturidade para saber na oitava série que você gostaria
de especializar mais seu ensino. Partindo daí, todas as responsabilidades
que o aluno do Comércio Exterior tem de enfrentar são
maiores: maior carga horária, mais provas, mais professores,
mais lição de casa, mais trabalho. Enfim, mais de tudo
aquilo que representa estar no Ensino Médio. Todo esse processo
exige disciplina. Esta, nem que seja involuntariamente, é passada
pela escola e pelo corpo docente.
A disciplina para com os estudos é uma arma importante para a
preparação para os vestibulares, e até mesmo grande
diferencial.
O estágio obrigatório passa uma visão de como é
o "mundo dos adultos", o emprego diário, o funcionamento
de uma empresa e é algo a mais no currículo, serve em
última instancia para o aluno saber aquilo que não quer
para o seu trabalho.
Saindo da esfera do Ensino Médio e entrando no curso superior
o curso técnico se mostra mais uma vez vantajoso. Fazer um curso
superior relacionado com a área implica em um conhecimento prévio
dos temas abordados. Conceitos como os de soberania e legitimidade ensinados
no Porto Seguro pela professora Helena são pontos de partida
para o entendimento dos textos e das aulas de ciência política
na faculdade, conceitos estes que os outros alunos que não fizeram
curso técnico têm de aprender sozinhos. Além dos
conceitos puros, o Curso Técnico em Comércio Exterior
abre a visão do estudante, tornando-a mais ampla. Com facilidade,
podem-se aplicar conceitos de contabilidade para a aula de economia
"o que é o PIB se não o livro caixa de um país?",
ou os de logística para uma aula de história "ferrovias
possibilitam o transporte de armamento, essa foi a diferença
da Alemanha no começo da guerra".
Tarefas como as delegadas às empresas juniores da faculdade são
quase idênticas ao trabalho de conclusão de curso: uma
exportação completa. Já ter feito isso significa
que eu não preciso fazer parte da júnior para saber como
funciona este processo e que não é isso que pretendo fazer
pelo resto de minha vida.
Lívia Spósito Biancalana e Luis Henrique Guadagnin
(concluintes de 2003, cursando o Curso de Relações Internacionais
da USP)
