+ opções
Notícias

Colégio Visconde de Porto Seguro

Unidade III
  • Editorial

  • Carreira

  • Desafio

  • Cultura

  • Projeto Literário
  • Literatura

  • Destaque

  • Recreação

  • Editorial
    Ritos de passagem

    O tempo, na escola, passa voando.

    De repente, quando abrimos os olhos. os alunos que vimos pequenos viraram adolescentes e estão prestes a enfrentar novos desafios.

    E lá vão eles. com todas as dúvidas. todos os questionamentos e uma vontade incrível de fazer um país. de transformar o mundo. Essa força transformadora. presenciada em nossos alunos do Comércio Exterior e do Normal, agora às vésperas da formatura, demonstra que estamos no caminho certo. Para todos nós, do Colégio Visconde de Porto Seguro, esse é um momento especial. Afinal. eles são a nossa primeira turma de formandos!

    Daqui a pouco, esses jovens alçarão vôo próprio: darão os primeiros passos na profissão, para a qual estão habilitados e muito bem formados, prosseguirão estudos em boas universidades e assumirão novos desafios profissionais.

    Esperamos ter dado a nossa parcela de contribuição, no sentido de transformar esses adolescentes em pessoas autônomas. solidárias, saudáveis e competentes, através da prática e da vivência da cidadania.

    Mas o "celeiro" continua e se renova a cada ano. Vêm aí crianças e jovens que se submeterão, a partir deste mês, ao processo de seleção para o ingresso no colégio, já que as vagas - especialmente em algumas séries - são restritas. Estamos com o coração aberto para recebê-los.

    Daqui a pouco, num piscar de olhos, esses novos também se formarão... Ritos de passagem aos quais assistimos e assistiremos, ainda muitas vezes, sempre com a certeza de que oferecemos os alicerces para uma caminhada segura, em direção à felicidade pessoal e à realização profissional.

    Jurema Esteban
    Diretora

    Retornar


    Carreira
    Formandos de Comércio Exterior preparam-se para novos desafios

    Perspectiva dos alunos é conquistar bons espaços no mercado de trabalho.

    No final de dezembro deste ano, 90 alunos da Unidade III se formarão na primeira turma de Gestão com Habilitação Profissional em Comércio Exterior. O curso é realizado há quatro anos na Unidade II (Valinhos) e há três no Panamby. "Foi um desafio estimulante para todos nós. Somar esforços e alcançar um objetivo tão positivo como este é, sem dúvida, um marco nos 123 anos de atividades desta instituição", orgulha-se a diretora da escola, Jurema Esteban.

    Até o final da década de 80, o profissional de Comércio Exterior tinha um perfil diferente do atual - era visto apenas como o funcionário que sabia outro idioma. Mas a abertura do mercado nacional para a importação e exportação mudou essa concepção. "Saber outras línguas não é mais suficiente. Atualmente, esse profissional precisa entender de economia, marketing, relações internacionais e, principalmente, conhecer aspectos relacionados à religião e costumes culturais de outros países", afirma o professor das disciplinas de Introdução ao Comércio Exterior e Relações Internacionais, Ederson Luiz Eduardo.

    Segundo o professor, a atividade tornou-se mais atraente com a globalização. Ele explica que o Brasil tem uma participação inferior a 1% no comércio internacional e a formação de blocos comerciais como Mercosul, Alca, Nafta e União Européia vai demandar executivos mais capacitados. "Além de preparar o estudante para o mercado de trabalho, estamos ensinando-o a ser cidadão do mundo, assim ele também terá a possibilidade de exercer sua carreira fora do Brasil", complementa Ederson.

    No início do Ensino Médio, os alunos podem optar entre o curso convencional e o voltado para a área de negócios. No segundo caso, há um aumento na carga horária do currículo escolar - enquanto os alunos do curso regular têm 35 aulas semanais, os de Comércio Exterior têm 40. Eles aprendem noções básicas de Direito e Legislação, Economia, Prática de Exportação e Importação e Contabilidade de Custos, entre outras disciplinas, e ficam aptos a disputar uma colocação no mercado junto com outros jovens executivos.

    "Após se formar, o aluno pode atuar em diferentes áreas, como, por exemplo, câmbio, bancos de investimentos, empresas prestadoras de serviços nos setores de transportes, importação e exportação e trading companies", explica a Coordenadora do Ensino Médio e Cursos Profissionalizantes, Maria Eliza de Lamboy. Para aproximar o estudante do mercado, a escola já promoveu visitas ao Porto de Santos, Bovespa e BM&F Bolsa de Mercadorias e de Futuros, Entreposto Aduaneiro, no Grande ABC, Aeroporto de Viracopos e ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

    A teoria na prática

    "Sedimentar os conhecimentos adquiridos é um fator incentivador para o aluno", lembra Ederson. Por isso, o colégio oferece a oportunidade de estágio em empresas que operam com comércio internacional, por meio de um convênio com o CIEE - Centro de Integração Escola-Empresa e com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil/Alemanha, ou diretamente com as empresas.

    Para Adriano Ferrante, aluno da 3ª série, estagiar em uma empresa exportadora de alimentos foi uma ótima oportunidade de praticar o que aprendeu em sala de aula. "Eu só consegui ligar os fatos e entender melhor a profissão atuando no mercado. Hoje, ajudo na preparação de documentos e no atendimento de alguns clientes", conta. Seu colega de classe Thiago Pierangelo, que já estagiou em uma transportadora internacional, na Receita Federal e no Entreposto Aduaneiro, também está entusiasmado com a carreira. Na sua opinião "as organizações estão se conscientizando da importância da área para manter e ampliar seus negócios". "Enquanto a teoria aparenta ser mais difícil, a prática torna tudo mais palpável, por isso o estágio é fundamental", argumenta Fabiane Carvalho de F. Pimenta, uma das formadas da turma. No período em que ela estagiou em uma corretora de câmbio, aprendeu a lidar com emissão de documentos e faturas de embarque comercial. Caio Kammerer de Camilo, Juliana Neugebauer e Frederic Wilhelm von Bismark, da 2ª série, familiarizaram-se com os departamentos de eventos internacionais, marketing, jurídico, tradução e formação profissional, por meio de um estágio oferecido pela Câmara de Comércio e .Indústria Brasil-Alemanha.

    Entre os alunos que vão se formar em Comércio Exterior e os que ainda estão em curso, é consenso que, para ser bem sucedido, é preciso ter determinação e força de vontade. Conhecimentos de outros idiomas, de informática e da realidade do mercado, também são requisitos fundamentais para complementar a formação.

    Retornar


    Desafio
    Desmistificando a Matemática

    Raciocínio lógico e agilidade são estimulados nas aulas da disciplina.

    Vai longe o tempo em que a criançada tinha horror à Matemática. Hoje, com as modernas teorias pedagógicas que relacionam a disciplina a outras áreas de conhecimento, todos podem entender e gostar da matéria. Quando providas de conteúdo que desperte o interesse do aluno, a Matemática, por ter relação prática com todas as outras áreas, é como qualquer outra linguagem que conhecemos!

    É justamente para motivar o aluno a superar as dificuldades e limitações que a escola promove, anualmente, a Olimpíada de Matemática. Em 9 de junho foi realizada a prova classificatória para dois concursos: a 23ª Olimpíada Brasileira e a 25ª Olimpíada Paulista e, em julho, as classes de 4ª série participaram da Maratona de Matemática.

    "Não foi difícil fazer as provas porque o raciocínio lógico é sempre estimulado nas aulas dessa disciplina", diz Gabriel T. Bujokas, da 7ª série do Ensino Fundamental, que conquistou a medalha de ouro na 22ª Olimpíada Brasileira do ano passado. Na 24ª Olimpíada Paulista, também realizada em 2000, Erick Baumgartner, da 7ª série ganhou a medalha de prata. "A competição exigiu concentração e agilidade, mas a escola vem estimulando isso, então ficou mais fácil. Quando ganhei o prêmio percebi que meus esforços valeram a pena", orgulha-se Erick.

    Radiografia do cotidiano

    Com a proposta de formar alunos com espírito crítico, investigativo e comprometidos com am transformação da realidade, a área de Matemática elaborou, com as classes de 5ª e 6ª séries, uma pesquisa sobre hábitos e posturas na escola.

    Foram analisados, no trabalho, o uso da enfermaria durante o período de aula; e o tempo médio de lazer durante a semana.
    Em classe, cada grupo se responsabilizou por um tema e, por meio do diário do aluno, do diário de classe ou entrevistas, realizou a coleta de dados. Posteriormente, foram feitas a tabulação e a representação gráfica dos resultados. O ponto alto da iniciativa foi a análise, reflexão e interpretação dessa radiografia da realidade.

    Retornar

    Cultura
    Música, Maestro!

    Projeto cultural vai oferecer, a pais e alunos, música erudita e popular.

    O Instituto Martius-Staden, entidade de intercâmbio cultural entre o Brasil e a Alemanha, mantida pela Fundação Visconde de Porto Seguro, vai oferecer aos alunos e a seus familiares a oportunidade de assistir a concertos de música erudita e popular, a preços acessíveis (R$ 5 para estudantes e R$ 10 para os pais). As apresentações acontecem sempre às 20h, no auditório da escola.

    A programação é variada e inclui diferentes estilos e gêneros musicais. Em 25 de setembro estarão se apresentando a Orquestra de Câmara da USP; em 16 de outubro, a cantora Ná Ozzetti e o pianista e compositor José Miguel Wisnik e, em 19 de novembro, os flautistas Antonio Carrasqueira e Brooke Webster Smith, junto com a pianista Maria José Carrasqueira.

    Essas e outras apresentações integram o projeto Cantos do Som, desenvolvido por meio de recente parceria entre o Instituto e o Centro Universitário Maria Antônia, da USP. O objetivo é proporcionar novos espaços para execução e audição de música de alto nível, por vários "cantos" da cidade, além de aproximar música vocal e instrumental, mostrando que o som tem inúmeros "cantos" a serem explorados. Prestigiem!

    Retornar


    Projeto Literário
    Histórias bem contadas

    Projeto interdisciplinar motiva alguns alunos a escrever autobiografia.

    Conhecer a própria história e valorizá-la desde cedo, é uma forma de ganhar referências para a vida futura e preservar a auto-estima. E foi justamente esse o foco de um trabalho de Língua Portuguesa, desenvolvido com os alunos de 4ª série do Ensino Fundamental, a partir da leitura do livro A menina que fez a América, de Ilka Brunhilde Laurito.

    Com as aulas de História e Geografia do Brasil, os alunos construíram o conceito de imigração e de identidade cultural, por meio de discussões sobre a formação do povo brasileiro: o índio, os imigrantes europeus e asiáticos e o tráfico negreiro. Para ampliar os temas trabalhados nessas disciplinas, os alunos leram o livro, entrando em contato com uma nova compreensão de mundo e de vida da personagem principal, Fortunatella.

    A cada capítulo do livro, eles traçaram um paralelo com as suas vidas nos dias atuais: contaram suas preferências, falaram sobre a origem e as características de seus familiares, enfim, criaram suas autobiografias, baseando-se na estrutura poética da história da personagem e sua emocionante chegada ao Brasil. Segundo a professora de Língua Portuguesa, Elza M. ª Arruda, "um aspecto interessante do trabalho foi o fato de os alunos pereberem, desde já, que a arte imita a vida e, às vezes, a vida imita a arte".

    Minha história

    "Nasci em Miami Beach, nos Estados Unidos, em um hospital chamado Monte Sinai, no dia 26 de outubro de 1990. Depois que se casaram, meus pais resolveram morar nos Estados Unidos e, então, eu nasci. Minha primeira viagem de avião foi aos 25 dias, ao Brasil, para os parentes me conhecerem. Assim, passamos mais cinco anos morando em Miami, o que eu adorava. Era uma casa enorme, com um jardim grande e bonito, num condomínio, onde tínhamos vários amigos.

    Eu estudava em uma escola chamada Montessory School e, depois, fui para a Creative Learning Center. Nós sempre viajávamos para Orlando, onde fica a Disney, que era bem pertinho de Miami, de carro. Aos cinco anos eu e meus pais fomos morar em São Paulo, no Brasil. Primeiro estudei numa outra escola e logo depois vim para o Porto Seguro."

    Carolina Maluf Munis - 1-4MA1

    Meus pais

    "Meus pais são como flores que me protegem de tudo e cuidam de mim quando mais preciso. São legais como palhaços, bons como a natureza e me amam muito, mas muito mesmo. Eles são agitados e me ajudam quando estou com alguma dúvida. Minha mãe é quem compra as coisas, cozinha, cuida de quem está doente. Meu pai é quem trabalha e sustenta a casa. Minha família é demais. Para mim, é a melhor do mundo!"

    Thais Amaral Valfré - 1-4TA2

    Meus avós

    "O pai de minha mãe eu nem cheguei a conhecer, mas minha mãe diz que ele era tão alto como meu irmão. A mãe da minha mãe está passando por uma fase muito difícil. Minha avó paterna se chama Brígida e meu avô, Marcos, igual ao meu pai. Eles são demais. Minha avó é super bacana e faz tudo o que eu e os meus primos gostamos".

    Hayani Perez - 1-4TA3

    As produções dos alunos distribuídas ao longo do projeto, em pequenos capítulo, redigidos simultaneamente à leitura e análise do livro. Há alguns trechos muito divertidos, escritos com a espontaneidade característica das crianças, que valem a pena ser lidos.

    Retornar


    Literatura
    Aprendendo e brincando em alemão

    Curso abre as portas da imaginação e integra estudantes a outras culturas.

    Uma vez por semana, a curiosidade dos alunos da 4ª série do Ensino Fundamental fica ainda mais aguçada. Todas as quartas-feiras eles se reúnem para "viajar" por territórios desconhecidos, em "mares nunca dantes navegados". Essa é a proposta do curso Kinderliteratur (literatura infantil, em alemão) que proporciona aos estudantes um verdadeiro mergulho em textos e livros estrangeiros, repletos de belas gravuras.

    E como eles aprendem se desconhecem o significado das palavras? "É aí que entra o enigma da aula", explica a professora e coordenadora de Alemão, Cristiana B. B. de Oliveira. Por meio de jogos didáticos, músicas e dramatização, encenadas pelos próprios alunos, eles vão descobrindo todos os segredos da leitura dos idiomas estrangeiros. "Com o dicionário nas mãos e muita motivação, os obstáculos vão sendo superados", observa a professora. Outra atividade divertida foi o Kartontheater (teatro em uma caixa de sapatos), realizada em abril e maio. Divididos em trios, os alunos selecionaram pequenos textos que serviram de base para cada peça. Juntos, procuraram o significado de palavras desconhecidas e adaptaram seus textos, acrescentando alguns diálogos.

    Terminada a fase de desenvolvimento do texto, iniciou-se o trabalho manual. Eles criaram e desenharam os personagens, colocando-os em palitinhos de churrasco. Depois, decoraram as caixas de sapatos e criaram um pequeno palco. Os diálogos foram ensaiados e, em seguida, foram feitas as apresentações. A garotada deu um show de interpretação e criatividade!

    Retornar


    Destaque
    Esforço recompensado

    "Como o exame facilita o ingresso a Universidades e empresas alemãs, estou animada com as possibilidades que podem surgir na minha vida acadêmica e profissional".

    Todos os anos, em agosto e setembro, a escola realiza o Sprachdiplom (Exame de Proficiência da Língua Alemã) I e II. O exame avalia ( e certifica) se o candidato tem conhecimentos suficientes do idioma para ingressar numa universidade alemã. Os alunos da 2ª e 3ª séries do Ensino Médio que apresentam bom desempenho são preparados para as provas escrita e oral, elaboradas pelo Ministério de Educação da Alemanha.

    Os estudantes que já passaram pela experiência têm muitas histórias interessantes para contar. Entre os que já fizeram aprova destacou-se, em 2000, Neide Mirian Germano Prado, agora na 3ª série de Comércio Exterior, uma jovem morena, de cabelos e olhos castanhos, com o charme de uma brasileira genuína.

    Há dois anos e meio, ela conheceu uma estudante alemã, durante um intercâmbio nos Estados Unidos, que a convidou para passar alguns meses em sua terra natal. Aceitou o convite e, em pouco tempo, falava o idioma com fluência. Resultado: obteve o melhor desempenho no teste. "Como o exame facilita o ingresso a universidades e empresas alemãs, estou animada com as possibilidades que podem surgir na minha vida acadêmica e profissional", alegra-se a aluna.

    Retornar


    Recreação
    É hora da brincadeira

    Alunas do Curso Normal brincam com as crianças e aprendem com elas.

    No recreio da escola, todo dia é dia de brincar. Como bem lembrou o poeta Carlos Drummond de Andrade, "brincar com criança não é perder tempo, é ganhá-lo". E é exatamente isso o que fazem as alunas da 3ª série do Curso Normal, nos dois intervalos das aulas. Elas organizam jogos e brincadeiras com as classes de 3ª e 4ª séries do Ensino Fundamental e também aprendem com os alunos, compartilhando esses momentos de convivência.

    Durante os intervalos, quando acontece a Recreação, as crianças participam de jogos recreativos, dançam e cantam sob a orientação das 15 alunas do Normal, que pesquisam e preparam, com antecedência, as atividades lúdicas. "Tem sido uma experiência extraordinária pata todas nós. Brincar desinibe, relaxa e estimula a coordenação motora. É reconfortante o sorriso e o olhar de satisfação dos alunos no momento das atividades", reforçam as futuras mestras.

    Os alunos também estão curtindo pra valer. Arthur Branco Costa, da 4ª série do Ensino Fundamental, está achando a experiência super legal. "Agora, o recreio está muito mais divertido. O tempo passa voando!", diz. O aluno da 3ª série, Rafael Amaral, compartilha da opinião do colega. "Eu adoro ir para a Recreação porque as professoras são super legais. Também gosto das brincadeiras e das coisas novas que estou aprendendo", ressalta.

    Retornar


     

    voltar >>


    Copyright © 1999-2010. Portal Educacional . Todos os Direitos Reservados.
    Termos de uso | Quem somos